“ Felicidade não precisa de culpa, felicidade é o alívio da dor...” canta Zélia Duncan na minha memória enquanto eu começo a escrever este texto, que terá algumas linhas para resumindo eu defender o que eu você sabemos: nada é melhor do que a liberdade para poder experimentar a verdadeira felicidade.
Liberdade para ser quem você é, ir onde quiser, com quem quiser, liberdade para escrever, para falar o que pensa, para exercitar a sua fé ( seja lá qual for) para fazer o que der na cabeça, para fazer nada, para fazer tudo.
Na minha concepção a felicidade diária vem exatamente nestes momentos, em que você está cheio de si mesmo. Nada pior do que fazer o que se é obrigado ou pior, se “sente” obrigado por algum motivo. A felicidade diária não está na moda que você tem que usar, nas festas que você tem que ir para ser simpático ou sociável ou no trabalho que você detesta ou na conversa com aquele “mala” que você por algum motivo tem que agüentar.
Quando falo em liberdade, falo da experiência ímpar de PODER fazer com responsabilidade o que realmente importa. Sem pressão, sem obrigação moral ou social. Você quer rezar, pára tudo e reza. Quer comer um chocolate, esquece o regime e degusta o melhor bombom da sua vida. Quer mudar do emprego que odeia, começa a procurar outro... Assim, exercitando a liberdade de fazer o que você quer e não o que querem que você faça, você experimenta diariamente a felicidade de dizer “sim” pra você.
E como também canta em outra canção Zélia Duncan, “ no final a moral da história vai estar sempre na glória, de fazer o que nos satisfaz”.
Dá trabalho ser feliz, mas dá mais ainda ser infeliz.
Na dúvida, grite Sim...mas pra você mesmo!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
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