
Vou ter que confiar.
Eu, que descobri há um tempo no Processo Hoffman, que um dos padrões negativos era o de não me entregar, por medo de confiar, me vejo agora nesta lição que o destino me apresenta: confiar.
E desta vez não é na equipe, que sempre surpreende e faz acontecer – mas eu quase nunca confio – nem na família, nem nos amigos, nem no companheiro... tenho que confiar em algo impalpável, em algo que está alheio a minha compreensão consciente. É uma lição bem, bem difícil.
As vezes, começo a fracassar, procurando problemas, medos onde não existem... é minha desconfiança agindo, na espreita, como um mostro que mostra suas garras para me controlar...
E quando estes momentos chegam apelo justamente para o desconhecido, o impalpável, o abstrato, mas Aquele que sempre, sempre, sempre me atende e me acolhe: Deus, o universo, a natureza, a luz. E recupero minha força.... para seguir confiando, esperando, “deixando a vida me levar” neste desafio que promete ser uma grande lição de evolução.
Eu, que descobri há um tempo no Processo Hoffman, que um dos padrões negativos era o de não me entregar, por medo de confiar, me vejo agora nesta lição que o destino me apresenta: confiar.
E desta vez não é na equipe, que sempre surpreende e faz acontecer – mas eu quase nunca confio – nem na família, nem nos amigos, nem no companheiro... tenho que confiar em algo impalpável, em algo que está alheio a minha compreensão consciente. É uma lição bem, bem difícil.
As vezes, começo a fracassar, procurando problemas, medos onde não existem... é minha desconfiança agindo, na espreita, como um mostro que mostra suas garras para me controlar...
E quando estes momentos chegam apelo justamente para o desconhecido, o impalpável, o abstrato, mas Aquele que sempre, sempre, sempre me atende e me acolhe: Deus, o universo, a natureza, a luz. E recupero minha força.... para seguir confiando, esperando, “deixando a vida me levar” neste desafio que promete ser uma grande lição de evolução.

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