Quem me apresentou o livro foi a Mano, uma amiga que já citei aqui um monte de vezes. Na oitava página eu me peguei aos prantos, revendo a história de uma vida triste, cheia de indecisões, choro, mágoa, a qual eu tinha acabado há poucos meses de decidir que nao me pertencia mais... ( xô uruca!)
Ontem, dia do aniversário do meu amor ( plena segundona) nos demos este presente: assistir Julia Roberts estrelando o Best Seller, que virou filme. Meu desejo era revisitar a delicia que foi saborear o livro, em cada pedacinho dele... Pra minha surpresa, nem chorar no filme eu chorei ( e olha que propaganda de margarina me leva as lágrimas).
Foi bonitinho sim, delicioso ver as personagens que criei na minha cabeça, se materializarem, com rostos, cores, roupas.... os lugares, as comidas, as dificuldades. Mas NADA, NADA se compara ao livro.
Sempre que assisto a um filme que eu li o livro antes, como a maioria das pessoas, rola uma decepção. Fiquei pensando nisto ontem... o poder da nossa mente de criar cada detalhe do cenário, os rostos, cabelos. Chegamos a sentir cheiros, sensaçoes, desejos... e que delicia que é!
Este foi um dos livros que eu fiquei com dó de terminar... sinto isto as vezes, quando gosto muito do livro, vou saboreando as páginas finais, levando uma eternidade para concluir...
O filme, é fofo. Sim, mas quem quer viver mesmo uma experiência interessante com a vida da autora, só mesmo folheando cada página do livro.
É isto!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Comer, Rezar e Amar
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